terça-feira, 7 de novembro de 2017

NOSSO CREDO DOUTRINÁRIO

I - Credo Doutrinário de uma Denominação.
1º- São os preceitos, regras que se rege uma instituição, pessoa com convicção de fé;
2º- São as crenças, ou as normas, em particular de uma denominação, ou de uma pessoa;

II - Credo Doutrinário do Ministério Evangelho Pleno.
Este é o nosso credo doutrinário citado no Art. 1º- e parágrafo III do Estatuto e do Regimento Interno de nossa Convenção CONNADEP:
1º- Adotamos e mantemos este credo, e declaração de Fé doutrinária da Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Brasil.
2º- Mantemos e adotamos este credo como base doutrinaria para o nosso ministério.  Esse é o credo doutrinário de todas as Igrejas Evangélicas que usam a doutrina ortodoxa da Escritura Sagrada. 

III - O Credo Doutrinário das Assembleia de Deus do Brasil.
1º- CREMOS. Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas, o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6:4; Mt 28:19; Mc 12:29);
2º- CREMOS. Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3:14-17);
3º- CREMOS. No nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, e em sua ressurreição corporal dentre os mortos, e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7:14; At 1:9; Rm 8:34);
4º- CREMOS. Na vida pecaminosa do homem que o destituiu da glória de Deus e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo, que pode restaurá-lo a Deus (Rm 3:23; At 3:19);
5º- CREMOS. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e a Palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos céus (Jo 3:3-8);
6º- CREMOS. No perdão dos pecados, na salvação presente, futura e perfeita, na justificação da alma recebida gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor (At 10:43; Rm 3:24-26; 10:13; Hb 7:25).
7º- CREMOS. No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28:29; Rm 6:1-6; Cl 2:12);
8º- CREMOS. Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário;
9º- CREMOS. Que através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9:14; 1 Pe 1:15,16);
10º- CREMOS. No batismo bíblico com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1:5; 2:4; 10:44-46; 19:1-7);
11º- CREMOS. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12:1-12).
12º- CREMOS. Na segunda vinda pré-milenar de Cristo. Em duas fases distintas: Primeira fase, invisível ao mundo, para arrebatar a sua igreja fiel da terra, antes da grande tribulação. Segunda fase visível e corporal, com sua igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4:16,17; 1 Co 15:51-54; Ap 20:4; Zc 14:5; Jd 14).
13º- CREMOS. Que todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2 Co 5:10);
14º- CREMOS. Em um juízo vindouro que justificará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20:11-15);
15º- CREMOS. Que todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2 Co 5:10);
16º- CREMOS. Na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento eterno para os infiéis (Mt 25:46). 

IV - A Bíblia é a Palavra de Deus. A única autoridade inerrante, que revela a verdade e a vontade de Deus, em forma lógica de doutrina e fato, para a nossa vida cristã.
Credo, ou confissão de fé, regra de fé, ou declaração de fé, são interpretações correta confirmada e autorizada das Escrituras Sagradas, são aceitas e reconhecidas por uma denominação. Todas as denominações deve possuir algum tipo de crenças, seja ele escrito ou não, não importando o nome dado aos ensinos que norteiam a vida da instituição cristã.
E as seitas ou grupos religiosos heterodoxos rejeitam esses credos.
E os contrários diziam que isso era coisa de católicos e de protestantes tradicionais, uma vez que a Bíblia é o nosso Credo. Outros defendiam a elaboração de um documento dessa natureza. Esses credos são geralmente aceitos por católicos romanos, ortodoxos e protestantes, o seu conteúdo consta aqui neste índice, e demonstra que temos pontos em comum, com todos os cristãos, que representa a bandeira do Cristianismo, desde séc II.

V - Os credos universalmente conhecidos, e com ampla aceitação por várias denominações são os seguintes.
1º- O credo dos Apóstolos, século II;
2º- O Credo de Niceno (325 d.C);
3º- O Credo de Constantinopolitano (381, d.C);
4º- O Credo de Calcedônia (451, d.C);
5º- O Credo de Atanásio (cerca do ano 500);
6º- O primeiro Credo dos Pentecostais foi revisado, escrito e Intitulado: “Em Que Creem os Pentecostais”. Esse Credo começou a ser escrito desde década de 1970.

VI - O Termo Credo ou confissão de fé.
Foi usado no princípio para descrever o testemunho dos mártires, a começar com o próprio Senhor Jesus Cristo, diante de Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão (1 Tm 6:13).
As confissões de fé são marcas do período da Reforma, e as principais são as seguintes:
1º- Confissão de Augsburgo, de Lutero (1483 – 1546);
2º- A Confissão elaborada por Filipe Melâncton (1497 -1560, e em 1530);
3º- As Confissões Helvéticas, a primeira 1534, a segunda 1566, e a última (1504 -1575);
4º- A Confissão de Fé Gaulesa, preparada em 1559 por João Calvino (1509 -1564);
5º- A Confissão de Fé Escocesa, 1560, feita por uma comissão liderada por John Knox
(1513 a 72);
6º- A Confissão Belga, 1561, preparada por Guido de Brès (1522 -67);
7º- A Catecismo de Heidelberg, escrito por Zacarias Ursino (1534-1583).

VII – Nossa declaração de fé sobre a Escritura:
1º- Nossa declaração de fé é esta: Cremos, professamos e ensinamos que a Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus, única revelação escrita de Deus, dada pelo Espírito Santo, escrita para a humanidade e que o Senhor Jesus Cristo chamou as Escrituras Sagradas e como também de “Palavra de Deus”; que os livros da Bíblia a Escritura foram produzidos sob a inspiração divina, dada por Deus e ela é útil” ( 2 Tm 3:16) – ARA.
Isso significa que toda a Escritura foi respirada por Deus, o que a distingue de qualquer outra literatura, manifestando, assim, o seu caráter, que as Escrituras Sagradas são de origem divina; seus autores humanos falaram e escreveram por inspiração verbal ou sopro, plenária do Espírito Santo: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo” (2 Pe 1: 21).
2º- Propósito. São dois os propósitos das Escrituras Sagradas: revelar o próprio Deus e expressar a sua vontade à humanidade. Pelo primeiro, dentre outras formas de revelação, Deus graciosamente revelou a si mesmo pela Palavra: “Havendo Deus, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho” (Hb 1:1).
Pelo segundo propósito, Deus expressa claramente a sua vontade redentora a todos e a cada um dos seres humanos sem nenhuma acepção de pessoas, por meio da fé em Jesus Cristo: “Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé” (Rm 1:17).
Assim sendo, o Senhor Jesus Cristo é o centro das Escrituras. Ele mesmo disse: “São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos” (Lc 24:44).
Tudo o que precisamos saber sobre Deus e a nossa redenção está suficientemente revelado em sua Palavra. Ela é o manual de Deus para toda a humanidade, e suas instruções visam, também, à felicidade humana e o bem-estar espiritual e social de todos os seres humanos.
3º- O poder da Palavra de Deus. A Bíblia revela o seu poder de forma clara e inconfundível. Ela emprega uma metáfora para mostrar esse poder quando chama a si mesma de “a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef 6:17). O seu poder é capaz de destruir as fortalezas de Satanás, como também pode penetrar no mais íntimo do ser humano.
O próprio Senhor Jesus Cristo derrotou Satanás usando o poder das Escrituras Sagradas quando foi tentado por ele do deserto. Jesus evitou qualquer outro argumento, abriu mão do uso de seus poderes sobrenaturais, característicos do seu ministério terreno, e disse apenas “está escrito”, e isso por três vezes. Citou a Lei de Moisés o livro de Deuteronômio. Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus (Mt 4:1-11).

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