I - Credo Doutrinário de uma
Denominação.
1º- São os
preceitos, regras que se rege uma instituição, pessoa com
convicção de fé;
2º- São as crenças, ou
as normas, em particular de uma denominação, ou de uma pessoa;
II
- Credo Doutrinário do Ministério Evangelho Pleno.
Este é o nosso credo doutrinário
citado no Art. 1º- e parágrafo III do Estatuto e do Regimento Interno de nossa
Convenção CONNADEP:
1º- Adotamos e mantemos este credo, e declaração de Fé doutrinária da
Igreja Evangélica Assembleia de Deus do Brasil.
2º- Mantemos e adotamos este credo como base doutrinaria para o nosso
ministério. Esse é o credo doutrinário de todas as Igrejas Evangélicas
que usam a doutrina ortodoxa da Escritura Sagrada.
III
- O Credo Doutrinário das Assembleia de Deus do Brasil.
1º- CREMOS. Em
um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas, o Pai, o Filho e o
Espírito Santo (Dt 6:4; Mt 28:19; Mc 12:29);
2º- CREMOS. Na
inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para
a vida e o caráter cristão (2 Tm 3:14-17);
3º- CREMOS. No
nascimento virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, e em sua
ressurreição corporal dentre os mortos, e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is
7:14; At 1:9; Rm 8:34);
4º- CREMOS. Na vida
pecaminosa do homem que o destituiu da glória de Deus e que somente o
arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo, que pode
restaurá-lo a Deus (Rm 3:23; At 3:19);
5º- CREMOS. Na
necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante
do Espírito Santo e a Palavra de Deus, para tornar o homem digno do reino dos
céus (Jo 3:3-8);
6º- CREMOS. No
perdão dos pecados, na salvação presente, futura e perfeita, na justificação da
alma recebida gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus
Cristo em nosso favor (At 10:43; Rm 3:24-26; 10:13; Hb 7:25).
7º- CREMOS. No
batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em
nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus
Cristo (Mt 28:29; Rm 6:1-6; Cl 2:12);
8º- CREMOS. Na
necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra
expiatória e redentora de Jesus no Calvário;
9º- CREMOS. Que através
do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos
capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9:14; 1 Pe
1:15,16);
10º- CREMOS. No
batismo bíblico com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a
intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas,
conforme a sua vontade (At 1:5; 2:4; 10:44-46; 19:1-7);
11º- CREMOS. Na
atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à igreja para
sua edificação, conforme a sua soberana vontade (1 Co 12:1-12).
12º- CREMOS. Na
segunda vinda pré-milenar de Cristo. Em duas fases distintas:
Primeira fase, invisível ao mundo, para arrebatar a sua igreja fiel da terra,
antes da grande tribulação. Segunda fase visível e corporal, com sua igreja
glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4:16,17; 1 Co
15:51-54; Ap 20:4; Zc 14:5; Jd 14).
13º- CREMOS. Que
todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo para receber a
recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2 Co 5:10);
14º- CREMOS. Em
um juízo vindouro que justificará os fiéis e condenará os infiéis (Ap
20:11-15);
15º- CREMOS. Que
todos os cristãos comparecerão ante o tribunal de Cristo para receber a
recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2 Co 5:10);
16º- CREMOS. Na
vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento eterno
para os infiéis (Mt 25:46).
IV - A Bíblia é a Palavra de Deus. A única autoridade inerrante, que revela a verdade e a
vontade de Deus, em forma lógica de doutrina e fato, para a nossa vida cristã.
Credo,
ou confissão de fé, regra de fé, ou declaração de fé, são interpretações correta
confirmada e autorizada das Escrituras Sagradas, são aceitas e reconhecidas por
uma denominação. Todas as denominações deve possuir algum tipo de crenças, seja
ele escrito ou não, não importando o nome dado aos ensinos que norteiam a vida
da instituição cristã.
E as seitas ou
grupos religiosos heterodoxos rejeitam esses credos.
E os contrários diziam que isso era
coisa de católicos e de protestantes tradicionais, uma vez que a Bíblia é o
nosso Credo. Outros defendiam a elaboração de um documento dessa natureza. Esses
credos são geralmente aceitos por católicos romanos, ortodoxos e protestantes, o
seu conteúdo consta aqui neste índice, e demonstra que temos pontos em comum, com
todos os cristãos, que representa a bandeira do Cristianismo, desde séc II.
V
- Os credos universalmente conhecidos, e com ampla aceitação por várias denominações
são os seguintes.
1º-
O
credo dos Apóstolos, século II;
2º- O Credo de Niceno
(325 d.C);
3º- O Credo de Constantinopolitano
(381, d.C);
4º- O Credo de
Calcedônia (451, d.C);
5º- O Credo de
Atanásio (cerca do ano 500);
6º- O primeiro
Credo dos Pentecostais foi revisado, escrito e Intitulado: “Em Que Creem os Pentecostais”.
Esse Credo começou a ser escrito desde década de 1970.
VI
- O Termo Credo ou confissão de fé.
Foi usado no princípio para descrever o
testemunho dos mártires, a começar com o próprio Senhor Jesus Cristo, diante de
Pôncio Pilatos deu o testemunho de boa confissão (1 Tm 6:13).
As confissões de fé são marcas do
período da Reforma, e as principais são as seguintes:
1º- Confissão de
Augsburgo, de Lutero (1483 – 1546);
2º- A Confissão elaborada
por Filipe Melâncton (1497 -1560, e em 1530);
3º- As Confissões
Helvéticas, a primeira 1534, a segunda 1566, e a última (1504 -1575);
4º- A Confissão de
Fé Gaulesa, preparada em 1559 por João Calvino (1509 -1564);
5º- A Confissão de
Fé Escocesa, 1560, feita por uma comissão liderada por John Knox
(1513 a 72);
6º- A Confissão
Belga, 1561, preparada por Guido de Brès (1522 -67);
7º- A Catecismo de
Heidelberg, escrito por Zacarias Ursino (1534-1583).
VII
– Nossa declaração de fé sobre a Escritura:
1º-
Nossa declaração de fé é esta: Cremos, professamos e ensinamos que a
Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus, única revelação escrita de Deus, dada pelo
Espírito Santo, escrita para a humanidade e que o Senhor Jesus Cristo chamou as
Escrituras Sagradas e como também de “Palavra de Deus”; que os livros da Bíblia
a Escritura foram produzidos sob a inspiração divina, dada por Deus e ela é útil”
( 2 Tm 3:16) – ARA.
Isso significa que toda a Escritura foi
respirada por Deus, o que a distingue de qualquer outra literatura,
manifestando, assim, o seu caráter, que as Escrituras Sagradas são de origem
divina; seus autores humanos falaram e escreveram por inspiração verbal ou sopro,
plenária do Espírito Santo: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade
de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito
Santo” (2 Pe 1: 21).
2º-
Propósito. São
dois os propósitos das Escrituras Sagradas: revelar o próprio Deus e expressar
a sua vontade à humanidade. Pelo primeiro, dentre outras formas de revelação,
Deus graciosamente revelou a si mesmo pela Palavra: “Havendo Deus, antigamente,
falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós
falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho” (Hb 1:1).
Pelo segundo propósito, Deus expressa
claramente a sua vontade redentora a todos e a cada um dos seres humanos sem
nenhuma acepção de pessoas, por meio da fé em Jesus Cristo: “Porque nele se
descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá
da fé” (Rm 1:17).
Assim sendo, o Senhor Jesus Cristo é o
centro das Escrituras. Ele mesmo disse: “São estas as palavras que vos disse
estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava
escrito na Lei de Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos” (Lc 24:44).
Tudo o que precisamos saber sobre Deus e
a nossa redenção está suficientemente revelado em sua Palavra. Ela é o manual
de Deus para toda a humanidade, e suas instruções visam, também, à felicidade
humana e o bem-estar espiritual e social de todos os seres humanos.
3º-
O poder da Palavra de Deus. A Bíblia revela o seu poder de forma clara e
inconfundível. Ela emprega uma metáfora para mostrar esse poder quando chama a
si mesma de “a espada do Espírito, que é a palavra de Deus” (Ef 6:17). O seu
poder é capaz de destruir as fortalezas de Satanás, como também pode penetrar
no mais íntimo do ser humano.
O próprio Senhor Jesus Cristo derrotou
Satanás usando o poder das Escrituras Sagradas quando foi tentado por ele do
deserto. Jesus evitou qualquer outro argumento, abriu mão do uso de seus
poderes sobrenaturais, característicos do seu ministério terreno, e disse
apenas “está escrito”, e isso por três vezes. Citou a Lei de Moisés o livro de
Deuteronômio. Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra
que sai da boca de Deus (Mt 4:1-11).
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