Alguns dizem que é Maria Madalena, (a mulher adúltera a Pecadora), aquela que foi apanhada em flagrante de
adultério e foi salva por Jesus de ser
apedrejada.
Diz o texto: “Os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada
em adultério; E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi
apanhada, no próprio ato, adulterando”. (Jo 8:3.4). Neste fato do livro de (João 8:1-11).
Vemos
que somente a mulher adúltera foi trazida a Jesus para ser julgada. Desta
forma, os fariseus começaram a sua hipócrita machista com uma tentativa de
induzir Jesus ao erro. Pois a lei exigia que o casal adúltero fosse apresentado
e não somente a mulher. E onde estava o homem que cometeu o adúltero com
aquela mulher?
Veja o texto do Antigo Testamento que diz: "Também o homem que adulterar
com a mulher de outro, havendo adulterado com a mulher do seu próximo, certamente
morrerá o adúltero e a adúltera." (Lv 20:10). Os Fariseus queria
aplicar a pena capital, naquela mulher apanhada em flagrante de adultério. Mas
Jesus sabia que para aquela geração corrupta, a vida daquela mulher não
tinha valor algum.
Jesus disse: Aquele que dentre vós estiver
sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra. v8 E,
inclinar-se, continuou a escrever no chão. Mas, ouvindo eles esta
resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a
começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio
onde estava. v10 Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém
mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão a queles teus
acusadores? Ninguém te condenou? v11 Respondeu ela:
Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não
peques mais, (Jo 8:7-11).
Conclusão: Temos visto algumas tentativas de identificar a mulher que foi surpreendida em adultério, como
sendo, “Maria Madalena, ou mesmo a Suzana” mencionada em (Lc 8:2.3).
Mas essas
tentativas não passaram de mera especulação, pois nem o relato Bíblico e nem
mesmos os comentários mencionam o nome da quelas duas mulher, como sendo a
mulher adúltera.
A Bíblia faz referência a cinco
mulheres com o nome Maria
Maria no (hb - Significa)
Miriã. O nome Maria aparece 54 vez no Novo Testamento e se refere ao menos
cinco pessoas como vemos a seguir.
A PRIMEIRA MARIA. É Maria Mãe do Senhor Jesus (Mt
1:18). v18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi
assim: estando Maria, sua mãe, desposada com José, sem que tivessem antes
coabitado, achou-se grávida pelo Espírito Santo.
1º- O que diz a Bíblia sobre
Maria? A
mãe de Jesus, ela era uma mulher que foi "agraciada por Deus".
A palavra “agraciada vem do Grego, e significa, essencialment, muita
Graça”. Maria recebeu a Graça de Deus. Graça é “favor imerecido”, e
significa é algo que recebemos apesar de não o merecemos.
2º- Maria precisava da graça de
Deus, assim como todos nós precisamos. Maria compreendeu este fato,
como declara em (Lc 1:47), “E o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador.” Maria
reconheceu que precisava ser salva, que ela precisava
de Deus como seu Salvador A
Bíblia nunca diz que Maria foi qualquer coisa além de uma mulher comum que Deus
escolheu para usar de uma forma extraordinária.
Sim, Maria era uma mulher correta e
favorecida (agraciada) por Deus (Lc 1:27-28). Ao mesmo tempo, Maria era também
um ser humano pecador como todos os outros, que
necessitava de Jesus Cristo como seu Salvador, como todas as outras pessoas (Ec
7:20; Rm 3:23; 6:23; 1 Jo 1:18). Maria não teve uma “concepção imaculada” – não
há qualquer razão bíblica para crer que o nascimento de Maria tenha sido
qualquer coisa que não seja um nascimento humano normal.
3º- Maria era virgem quando deu à luz Jesus? (Lc 1:34-38), mas a ideia da virgindade perpétua em
Maria não é bíblica. (Mt 1:25). Pois falando de José ele, declara: “E não
a conheceu ATÉ que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome
Jesus”.
A palavra “até” claramente indica que José e
Maria tiveram (união sexual), só após o nascimento de Jesus. José e Maria
tiveram vários filhos juntos depois que Jesus nasceu. Jesus tinha quatro meio
irmãos: Tiago, José, Simão e Judas (Mateus 13:55; Mc 6:3).
Jesus também tinha meias irmãs, mas não são nomeadas e nem se conhece quantas são, mas acreditamos que foram duas ou três, pois o textos estão no plural. Não vivementre nós todas as suas irmãs? (Mt 13:55-56; Mc 6:3). Deus abençoou e agraciou Maria dando a ela vários filhos, o que naquela cultura era a mais clara indicação de que Deus estava abençoando uma mulher.
Jesus também tinha meias irmãs, mas não são nomeadas e nem se conhece quantas são, mas acreditamos que foram duas ou três, pois o textos estão no plural. Não vivementre nós todas as suas irmãs? (Mt 13:55-56; Mc 6:3). Deus abençoou e agraciou Maria dando a ela vários filhos, o que naquela cultura era a mais clara indicação de que Deus estava abençoando uma mulher.
4º- Uma vez, quando Jesus estava falando, uma mulher na
multidão. Alguém proclamou: “Bem-aventurado
o ventre que te trouxe e os peitos em que te mamaste” (Lc 11:27). Houve uma oportunidade para
Jesus declarar que Maria era verdadeiramente digna. Mas qual foi à resposta de
Jesus? “Antes bem aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a
guardam” (Lc 11:28). Para Jesus, a obediência à Palavra de Deus
é MAIS IMPORTANTE do que ser a mulher que o pôs no mundo.
5º- Em nenhum lugar das escrituras Jesus: Ou qualquer outra um dos apóstolos, dirige
qualquer louvor, glória, ou adoração a Maria. Isabel, parente de Maria, em (Lc
1:42).E exclamou
em alta voz: Bendita és tu entre as mulheres, e bendito o fruto do teu ventre!, Mas seu louvor é baseado no fato de que Maria daria à luz
Jesus. Não foi baseada em qualquer glória inerente a Maria.
6º- Maria estava perto da cruz quando Jesus morreu: Em (Jo 19:25). Maria estava com os apóstolos no dia do
Pentecostes (Atos 1:14). Entretanto, jamais se menciona Maria depois de Atos
dos Apóstolos capítulo 1. Os Apóstolos, em nenhum lugar, dão a Maria papel
proeminente. A morte de Maria não é registrada na Bíblia. Nada é dito sobre
Maria subindo aos Céus, ou tendo qualquer forma de papel exaltado no Céu.
7º- Devemos ter respeitada por Maria, mas como a mãe
terrena de Jesus, mas ela não é digna de nossa adoração ou exaltação. A Bíblia, em nenhum lugar, indica que Maria pode
ouvir orações, de alguma possa, ou ser mediadora entre nós e Deus.
Jesus é nosso único defensor e mediador no Céu (1 Tm 2:5). Se fosse oferecida adoração, exaltação ou orações, Maria diria o mesmo que os anjos: “Adora a Deus!” (Ap 19:10; 22:9).
Jesus é nosso único defensor e mediador no Céu (1 Tm 2:5). Se fosse oferecida adoração, exaltação ou orações, Maria diria o mesmo que os anjos: “Adora a Deus!” (Ap 19:10; 22:9).
8º- Maria deixa para nós um exemplo de sua adoração,
exaltação e louvor somente a Deus: Disse
então Maria. A minha alma engrandece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em
Deus meu Salvador; Porque atentou na baixeza de sua serva; Pois eis que desde
agora todas as gerações me chamarão bem-aventurada, porque me fez grandes
coisas o Poderoso; e santo é seu nome (Lc 1:46-49).
A SEGUNDA MARIA. É a Maria Madalena, eu pergunto quem era Maria Madalena? Resposta: Maria Madalena era uma mulher de quem Jesus expulsou sete demônios em (Lc 8:2). Depois que Jesus expulsou os demônios. Ela se tornou uma fiel seguidora do Senhor Jesus.
1º- Maria Madalena frequentemente tem sido associada como a
mulher que Jesus salvou de ser apedrejada: Depois de ter sido pega em adultério em (Jo 8:1-11).
Mas não há nenhuma menção Bíblica de que ela tenha sido a adultério, ou pecadora, não existe base bíblica para essa afirmação.
Mas não há nenhuma menção Bíblica de que ela tenha sido a adultério, ou pecadora, não existe base bíblica para essa afirmação.
2º- Maria Madalena também tem sido associada com
a uma
mulher da cidade apecadora de (Lc 7:37): Aquela que lavando os pés
de Jesus. Mas não há qualquer fundamento bíblico para considerá-la
como a adultera arrependida dos pecados.
3º- O filme a Paixão de Cristo: fez esta associação e uma ligação a ela, neste ponto de vista, mas não há prova, e certamente não é ensinado na Bíblia, e nem pode ser ensinado isso biblicamente.
3º- O filme a Paixão de Cristo: fez esta associação e uma ligação a ela, neste ponto de vista, mas não há prova, e certamente não é ensinado na Bíblia, e nem pode ser ensinado isso biblicamente.
4º- O romance o Código Da Vinci: faz afirmação de que Jesus e Maria Madalena eram
casados. Alguns dos antigos escritos cristãos considerados isso como uma
heresia, como também pelos primeiros cristãos e pelos os Cristãos atuais, isso
é pura heresia insinua uma relação entre Jesus e Maria Madalena. No entanto,
não há nenhuma evidência que apoie
a crença de que Jesus e Maria Madalena tenha se casado. A Bíblia nem mesmo
sugere tal ideia, pois isso não aconteceu.
5º- Mas, quem era realmente Maria Madalena? Depois que Jesus expulsou os demônios libertou, ela
se tornou uma fiel seguidora do Senhor Jesus. Ela acreditava
verdadeiramente que Jesus Cristo era o Messias prometido, (Lc 8:2; Lc 11: 26;
Mc 16:9). Pois ela esteve presente com Maria de Nazaré Mãe de Jesus, e com
as outras mulheres, na crucificação, no funeral de Cristo, (Mt 27: 56; Mc 15:
40; Lc 23: 49; Jo 19: 25). Após o por do sol do dia sagrado
judaico, o Sábado, quando este findava, segundo o costume Judaico, ela comprou
certos perfumes a fim de preparar o corpo de Cristo da forma como era de
costume. E permanecera na cidade durante todo o Sábado, e no dia seguinte,
de manhã muito cedo, "quando ainda estava escuro" foi ao
sepulcro.
Maria Madalena estava na parte e de
fora e chorava, debruçou-se para dentro do túmulo e viu dois Anjos vestidos de
branco, sentados onde tinha estado o corpo de Jesus, um a cabeceira e o
outro aos pés. Eles
perguntaram-lhe "Mulher porque choras?" E ela respondeu "porque
levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram", dito isto, voltou-se para
trás e viu Jesus de pé, mas não o reconheceu. E Jesus disse-lhe: Mulher, porque
choras? Quem procura? Ela pensando que era o zelador do sepulcro, disse-lhe:
Senhor se foi tu que o tiraste, me diz onde o puseste que eu vou busca-lo. Disse-lhe
Jesus: "Maria!". Então ela reconheceu exclamou em hebraico:
"Rabi!", que quer dizer Mestre! Jesus disse-lhe; Não me detenhas,
pois ainda não subi para o Pai; mas
vai ter com os meus irmãos e diz-lhes: Subo para o meu Pai que é vosso Pai,
para o meu Deus que é vosso Deus.
Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos: "Vi o Senhor!",
e contou o que Ele lhe tinha dito, (Jo 20:18; Mt 28:1-10; Mc 16:1-11; Lc 24:
1-10; Jo 20:1. 2).
Mateus faz referência em (Mt
27:55.56; Mt 27:61), que o coloca ao pé da cruz. Marcos faz três
referência, uma também ao pé da cruz (Mc 15:47), outro na descoberta do sepulcro vazio (cf. Mc 16: 1), e um
terceiro como a primeira a receber as aparições do Senhor (Mc 16:9).
Lucas cita duas vezes: o
primeiro quando se apresenta como uma das mulheres que contribuía com
as necessidades de Jesus e de seu grupo de discípulos (Lc 8:2).
E outra vez apresentado como em Marcos descobridoras do túmulo
vazio (Lc 24:10).
E João cita três vezes: A primeira a colocá-lo ao pé da cruz (Jo 19:25). A segunda quando o primeiro beneficiário com as aparições do Senhor (Jo 20:1). E na terceira, quando o presente de comunicar aos apóstolos a ressurreição (Jo 20:18).
E João cita três vezes: A primeira a colocá-lo ao pé da cruz (Jo 19:25). A segunda quando o primeiro beneficiário com as aparições do Senhor (Jo 20:1). E na terceira, quando o presente de comunicar aos apóstolos a ressurreição (Jo 20:18).
A TERCEIRA MARIA. É a Maria de
Betânha Irmã de Lázaro e Marta: Esta é a mesma mulher
pecadora que ungiu Jesus com um vaso de alabastro com unguento de Nardo
puro. E ungiu os pés de Jesus com lágrimas e enxugou com os cabelos.
1º- Ela é chamada de mulher
pecadora. (Não
temos prova que seja ele mas, pode ver nela a mulher adultera que foi levada
para ser apedrejada e Jesus o salvou. Por essa razão, vejamos nela a
grande gratidão que ela tinha por Jesus, a ponto de ungir
Jesus com bálsamo: Como diz o texto e tomando uma
Libra de Ungento de Nardo puro de muito preço, ungiu os pés de Jesus e
enxugou-lhe os pés com os seus cabelos).
2º-Todos os textos Bíblico
ligam ela com aqueles acontecimentos. A Lázaro, Betânia e sua
irmã Marta e ao jantar com Simão o Fariseu. Como também o Balsamo, ou um
vaso de alabastro com unguento, ou ainda a unção do Senhor com unguento, e
com lágrimas e enxugado os pés com os seus cabelos.
Veja o que diz o texto de (Jo 11:2). Esta Maria, cujo
irmão Lázaro estava enfermo, era a mesma que ungiu com bálsamo o Senhor e lhe
enxugou os pés com os seus cabelos. Veja
em (Lc 7:37). v36. Convidou-o um dos fariseus
para que fosse jantar com ele. Jesus, entrando na casa do fariseu, tomou lugar
à mesa. v37 E eis que uma mulher da cidade,
pecadora, sabendo que ele estava à mesa na casa do fariseu, levou um vaso de
alabastro com Unguento; v38 e, estando por detrás,
aos seus pés, chorando, regava-os com suas lágrimas e os enxugava com os
próprios cabelos; e beijava-lhe os pés e os ungia com o Unguento.
Veja em (Jo 12:3). Então, Maria, tomando uma libra de Unguento de
Nardo puro, de muito preço, ungiu os pés de Jesus e enxugou-lhe os pés com os
seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do Unguento. Veja em (Mt 26:7). Aproximou-se dele uma mulher
com um vaso de alabastro, com Unguento de grande
valor, e derramou-lho sobre a cabeça, quando ele estava
assentado à mesa.
Veja em (Mc 14:3). E, estando ele em Betânia assentado à
mesa, em casa de Simão, o leproso, veio uma mulher que trazia um vaso
de alabastro, com Unguento de Nardo puro, de muito preço, e, quebrando
o vaso, lho derramou sobre a cabeça.
3º- Esta parte deste comentário, (sobre a mulher que ungiu
Jesus), é extraído do Livro a Bíblia Responde. A mulher que ungiu Jesus em casa de Simão é Maria, irmã de
Lázaro? A passagem em (Jo 11:12), nos dá a ideia de um acontecimento anterior
(Mt 26:6-13; Mc 14:3-9; Lc 7:37), nos moldes em que é contado no capítulo 12,
versículo 3, com igual reação dos discípulos e também igual ao comentário de
Jesus, o que deixa transparecer que o fato é o mesmo e as mesmas as pessoas,
sendo apenas uma recapitulação. Pela ordem natural, podemos inferir que depois
do jantar em casa de Simão o (que fora leproso) (Espada Cortante, O.
S. Boyer, pg. 783), Jesus se tornou amigo da família, por meio de Maria que
fora liberta, sendo depois recebido muitas vezes nesta mesma casa, (Lc 10:38).
Em uma dessas vezes, Lucas estabelece (v.40) a intimidade que se vê em (Jo
11:5). Os detalhes da murmuração dos discípulos em Mateus e Marcos, que em João
é atribuída somente a Judas, não aparecem em Lucas, bem como o diálogo entre
Jesus e Simão, narrado por Lucas, não aparece nas demais narrativas, mas nada
impede que tenham acontecido na mesma ocasião. É de se esperar que fatos
narrados em um período de 20 anos depois de acontecidos possam ter tido
algumas omissões por parte de esquecimento, sem que isso invalide a sua
inspiração e até mesmo que assim sucedeu por força dessa inspiração divina,
para que o observador atento pudesse tirar delas as lições de que viesse a
precisar.
4º- Há, porém, alguém que pensa que tenha ocorrido até três
casos em que Jesus seria ungido por mulheres diferentes: Mas as coincidências não reforçam a afirmação. Nossa
opinião é que é a mesma pessoa, conforme o Novo Dicionário da Bíblia de
Douglas, (pág. 1.007), de que a mulher que ungiu a Jesus em casa de Simão foi
Maria, irmã de Marta e de Lázaro e que o próprio Simão tinha parentesco com os
três. "Mateus, Marcos e João concordam em que o Senhor Jesus foi ungido
em Betânia e Mateus e Marcos especificam que isso aconteceu em casa de
Simão", conforme o Novo Dicionário da Bíblia.
A QUARTA MARIA. É Maria Mãe de Tiago o Menor,
era a mulher de (Clopas, ou o Alfeu): (Jo 19: 25). Ela
esteve junto à cruz de Jesus estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de
Clopas, e Maria Madalena; (Tiago, filho de Alfeu), ( Mt 10: 3;Mt
27: 55.56 ,v 61; 28: 1; Mc 15:40).
A QUINTA MARIA. É Maria Mãe de Marco e uma tia de
Barnabé (Atos 12:12). E, considerando ele nisso,foi
à casa de Maria, mãe de João, que tinha por sobrenome Marcos, onde muitos
estavam reunidos e oravam. (At 15: 37). E Barnabé
aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos. (Rm 16:6).Saudai a
Maria, que trabalhou muito por nós; (Cl
4:10).
O NOME TIAGO: O nome Tiago aparece muitas vezes nos Evangelhos e em Atos
dos Apóstolos. É importante identificar todos estes servos der Deus.
Enumeraremos aqueles dos quais ficamos mais certos de quem são eles:
1°- Tiago o Maior, filho
de Zebedeu e irmão de João e primo de Jesus: um pescador,
um dos primeiros discípulos, (Mt 4:21). Chama-se, de Tiago, o Maior. Seu pai
era homem de recursos, tinha empregados, (Mc 1:20). Um dos doze apóstolos, (Mt
10:2). Um dos apóstolos mais íntimos de Jesus: na transfiguração, (Mt 17:1); ná
casa de Jairo, (Mc 5:37); em Getsêmane, (Mt 26:37).
Apelidado, com João, Boanerges, ou filhos de trovão, (Mc
3:17). Jesus o repreende, juntamente com João, porque queriam chamar fogo do
céu sobre os samaritanos, (Lc 9:54). Sua Mãe chama-se Salomé, uma irmã da mãe
de Jesus. Compare (Mc 15:40; 16:1) compara com (Jo 19:.25). Tiago, portanto, é
primo de Jesus. Ora com os outros em Jerusalém, (At 1:13). Participa da pesca
milagrosa, (Lc 5:10). Juntamente com João, pede o favor de Jesus, para
assentar-se ao Seu lado no reino, (Mt 20:20). Pesca com os outros, depois da
ressurreição, (Jo 21:2). Morre à espada por ordem de Herodes Agripas I, (At
12:2). Segundo o testemunho de Jerônimo, teria evangelizado na Espanha.
2º- Tiago, o menor, filho de Clopas ou Alfeu, sua mãe era a quarta Maria: (Joao 19: 25; Mc 15:40). Filho de Alfeu e um dos doze apóstolos, (Mt
10:3), Filho da Maria mencionada em (Mc 16:1).
3º- Tiago, irmão do Senhor: (Mt 13:55; Mc 6:3). Tiago, com os outros irmãos, não
creram em Jesus, (Jo 7:5). Só seguiram a Jesus, depois da ressurreição que o
Senhor lhe aparece, (1 Co 15:7). Tiago seu irmão se tornou, ou seja, um Pastor
dirigente da igreja em Jerusalém, (Gl 1:18.19; 2:9; At 15:13-34; 21:18.19). Diz
que ele foi apelidado “o justo”, porque era Nazireu desde o seu nascimento e
orava até os joelhos se tornarem duros como os de um camelo. O historiador
Josefo diz que o Sumo-Sacerdote, os escribas e os fariseus se aproveitaram do
motim dos judeus, no intervalo entre a morte de Festo e a nomeação de seu
sucessor, para matá-lo, lançando-o do teto do Templo para o chão, onde o
apedrejaram.
(Gl 1:19). E não vi a nenhum outro dos apóstolos, senão a Tiago,
irmão do Senhor.
4º- Tiago: o pai
de Judas, este Judas não é o Judas Iscariote (Lc 6:16; At 1:13).
A EPÍSTOLA DE TIAGO: A primeira das Epístolas gerais, a Epístola de Tiago. Que
não é dirigida a uma determinada igreja, foi escrito a indivíduos. O autor
desta Epístola é Tiago “o irmão do Senhor.” (Tiago 1:1).
(a) - Jesus teve quatros irmãos e algumas irmãs (Mt 13:55; Mc 6:3).
(Jo 2: 46). E, falando ele ainda à multidão, eis que estavam fora sua mãe e seus irmãos,
pretendendo falar-lhe.
(b) - Jesus mostra a diferença entre irmãos e discípulos: (Jo 2:12). Veja como diz o texto: Depois disso, desceu a Cafarnaum, ele,
e sua mãe, e seus irmãos, e seus discípulos, e ficaram ali não
muitos dias.
(c) - Há uma diferença entre Crente comum, discípulos e
apóstolos:
(1) - Crente comum: v6 Depois foi visto por mais de
quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém
alguns já dormem.
(2) - Discípulos: (Lc
6:13). E, quando amanheceu, chamou a si os seus discípulos e
escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos.
(3) - Apóstolos. v7 Depois, foi visto por Tiago,
mais tarde, por todos os apóstolos.(Lucas
6:13). 13 E, quando amanheceu, chamou a
si os seus discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome
de apóstolos:v 14 Simão, a quem acrescentou o nome
de Pedro, e André, seu irmão; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; v15 Mateus
e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote; 16 Judas,
filho de Tiago, e Judas Iscariotes, que se tornou traidor.
(4) - Crente comum e apóstolos: (1 Co 15:1-9). v1 Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho
que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais; v2 por
ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vos preguei, a menos
que tenhais crido em vão. v3 Antes de tudo, vos
entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo
as Escrituras, v4 e que foi sepultado e ressuscitou
ao terceiro dia, segundo as Escrituras. v 5 E
apareceu a Cefas (ou a Pedro) e, depois, aos doze. v6 Depois,
foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria
sobrevive até agora; porém alguns já dormem. v7 Depois,
foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos v8 e,
afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de
tempo.v 9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que
mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus. A escolha dos doze apóstolos. Os seus nomes (Mt 10:1-4;
Mc 3:13-19).
O NOME SIMÃO. O
nome Simão, aparece muitas vezes nos Evangelhos, Simão,
forma abreviada de Simeão:
1º- Simão Pedro, o apóstolo, (Mt 4:18).
2º- Simão, pai de Judas Iscariote, que traiu a Jesus, (Jo
6:71).
3º- Simão, irmão do Senhor, (Mt 13: 55).
4º- Simão, o leproso em Betânia; o fariseu que convidou
Jesus para jantar, (Mt 26:6; Lc 7:36).
5º- Simão, curtidor em Jope, (At 9:43).
6º- Simão, Cireneu que levou a cruz, (Mt 27:32).
7º- Simão Zelote, um dos doze apóstolos, (Mt 10:4).
8º- Simão, o mágico, batizado por Felipe, (At 8:9).
JOÃO NO HEBRAICO SIGNIFICA GRAÇA, OU FAVOR DE DEUS. O nome João aparece muitas vezes nos Evangelhos e em Atos
dos Apóstolos.
É impossível identificar todos estes servos der Deus.
(1º) O primeiro João. É o João Batista: João Batista foi o último dos
profetas que anunciaram a vinda de Jesus. (Lc 16:16).
O Antigo Testamento dizia
que um profeta viria um pouco antes do Messias, para anunciar que ele estava
chegando (Is 40:3). Esse profeta foi João Batista. Ele pregou o arrependimento
e preparou as pessoas para a mensagem de Jesus.
(a) - O pai de João
Batista era Zacarias, um sacerdote idoso. Ele
e sua esposa Isabel, que era prima de Maria, eram tementes a Deus, mas não podiam ter filhos. Um dia, Zacarias foi
escolhido para oferecer incenso no interior do santuário de Deus. No santuário,
ele viu o anjo Gabriel, que lhe disse que ele teria um filho chamado João.
Gabriel explicou que o menino seria cheio do
Espírito Santo desde o nascimento e teria um
ministério muito importante (Lc 1:16.17). Incrédulo, Zacarias perguntou como
seria possível, porque ele e Isabel eram idosos. Gabriel o repreendeu por sua
falta de fé e Zacarias ficou mudo até o nascimento de seu filho. Os parentes
queriam chamar o menino Zacarias, mas Isabel insistia que seu nome era João.
Então Zacarias escreveu “seu nome é João” e ele voltou a falar (Lc 1: 62-64).
João Batista. Ele viveu no deserto
até começar seu ministério, não bebia álcool, vestia roupa de pelos de camelo e
comia gafanhotos e mel.
(b) O Ministério de João
Batista: João Batista andava pela
região do rio Jordão e pregava que as pessoas precisavam se arrepender
de seus pecados para serem perdoadas. Ele avisava que Deus pune o pecado e
que ninguém iria escapar só por ser judeu de nascimento. Era preciso se
arrepender e viver de maneira que agrada a Deus (Lc 3:7-9). A pregação de João
atraiu muitas pessoas e ele ficou com vários discípulos. João batizava quem se
arrependia no rio Jordão, como sinal de sua purificação do pecado. Algumas
pessoas pensavam que ele era Messias mas ele explicava que alguém maior
que ele estava chegando, que iria batizar com o Espírito Santo (Mc 1:7-8).
Um dia Jesus chegou para ser
batizado. João não quis, porque sabia que Jesus era superior a ele, mas Jesus
insistiu. Quando João batizou Jesus, ele viu uma pomba descer e uma voz
proclamar que Jesus era o Filho de Deus. A partir de
então, João passou a anunciar Jesus como o Messias (Jo
1:29-31).
(c) A morte de João
Batista. João Batista confrontou o
rei Herodes por seu adultério com a esposa de seu irmão e seus outros pecados.
Mas, em vez de se arrepender, Herodes ficou zangado e lançou João na
prisão. Herodes tinha medo de matar João, porque ele tinha o apoio do povo.
Mas um dia ele fez um juramento mal pensado à filha da mulher com quem
adulterava e foi obrigado a lhe dar a cabeça de João Batista (Mt 14: 6-10).
João foi decapitado na prisão, mas seu legado continuou vivo.
Seu trabalho preparou
os corações do povo para receber Jesus. Predito seu nascimento, (Is 40:3; Mt 4:5). Nasce em
resposta a oração, (Lc 1:13). Seu nascimento, (Lc 1:57). Circuncidado, (Lc 1:
59); Cheio do Espírito Santo, desde o ventre materno, (Lc 1:15). Seus
discípulos, (Jo 3:25). Precursor de Cristo, (Mt 3:11). Batizou a Cristo, (Mt
3:15). Seu batismo, (At 1:5; 11:16; 18:25). Seu testemunho acerca de Jesus, (Jo
3:25-36). Encarcerado por Herodes, (Mt 14:3). Decapitado e sepultado, (Mt
14:6-12). Testemunho de Cristo acerca dele, (Mt 11:7).
(2º) O Segundo João. É o apóstolo João, irmão de Tiago e filho de Zebedeu, e primo
de Jesus: (Mt 4:21). É pescador, (Mt
4:21). Parece ter sido de família próspera, seu pai tinha empregados, (Mc
1:20). Torna-se um discípulo, (Mc 1:19.20). Um dos apóstolos, (Mt 10:2). A ele
e a seu irmão deu Jesus o nome de Boanerges, que quer dizer filhos do trovão,
(Mc 3:17). Pede que Jesus proibisse certo homem de os seguirem, (Mc 9:38). Quer
que desça fogo do céu para consumir os samaritanos, (Lc 9:54). O discípulo a
quem Jesus ama, (Jo 13:23; 19:26; 21:20); e que se reclina sobre o peito de
Jesus, (Jo 13:25). Assistiu ao julgamento de Cristo (Jo 18:16). Assiste a
crucificação, (Jo 19:26). Maria entregue a sua proteção, (Jo 19:27). O primeiro
a chegar ao sepulcro de Cristo, (Jo 20:4). Colega de Pedro depois do
Pentecostes, (At 3:1; 4:13; 8:14). Pastoreava a igreja em Eixo, de onde foi
desterrado para a ilha de Patmos, no mar Egeu. Depois, libertado, voltou a
Éfeso. Conta-se que quando já velho e não podia pregar, levavam-no para os cultos,
onde se contentava em exortar dizendo: “Filhinhos, amai-vos uns aos outros.”
Com Pedro e Tiago, goza de favor extraordinário de Cristo, (Mt 17:1; Mc 5:37;
Mt 26:37). Seu irmão, Tiago„ morto por Herodes, (At 12:2). Policarpo, Papias e
Inácio, foram seus discípulos. Escreveu o Apocalipse talvez no ano 95 A.D.
Nasceu talvez no ano 1 a 5 A.D. e faleceu cerca do ano 95. Assim viveu durante
quase todo o primeiro século da era Cristã. Autor do Evangelho Segundo João, da
Primeira Epístola de João, da Segunda Epístola de João, da Terceira Epístola de
João, do Apocalipse de João.
(3º) O Terceiro João. É o João o Marco e Autor do Evangelho. O Evangelista,
João, apelidado Marcos: (At 12:12, 25; 13:5, 13; 15:37). Marcos, o autor
do segundo livro da Bíblia era
judeu de uma tribo de Levi. Seu
nome de origem era João. Depois tomou um sobrenome romano – Marcos, (At
12:12) . Isto se fez necessário em razão de o Império Romano estar
presente em todas as regiões por onde viaja, na companhia dos apóstolos.
Ele foi o criador do gênero literário Evangelho. Apesar
de seu livro ser o segundo em nossas Bíblias, foi ele quem primeiro escreveu. Além
de autor do segundo dos Evangelhos Sinóticos é considerado
o fundador da igreja do Egito. A principal fonte de informações
sobre sua vida está no livro Atos dos Apóstolos. Filho de
Maria de Jerusalém e (sobrinho, ou primo) de Barnabé, (Cl
4:10). Não pertenceu ao grupo dos doze apóstolos. Foi convertido à fé cristã
depois da morte de Jesus e batizado pelo próprio Pedro, que
costumava frequentar a casa de seus pais, juntamente com Maria mãe
de Jesus e outros cristãos primitivos. Assim já fazia parte de uma
das primeiras famílias cristãs de Jerusalém, quando Paulo e Barnabé chegaram a
Jerusalém, no ano 44, trazendo os auxílios da Igreja de Antioquia, hoje na
Turquia. Depois acompanhou Barnabé e Paulo na volta à Antioquia, (At 12:25), em
viagem missionária, onde atuou como auxiliar de Paulo (At 13:5). Mas, quando
chegaram a Perge, na Panfília, desentendeu-se com o apóstolo, deixou-os e
voltou para Jerusalém (At 13:13). Em seguida, Marcos passa a trabalhar com
Pedro durante um tempo considerável do seu ministério, gozando da sua íntima
amizade, e auxiliando-o como seu intérprete ou secretário. Pedro também
aprende a amá-lo, a ponto de chamá-lo de filho (1 Pe 5:13).
Alguns estudiosos defendem que a casa onde se celebrou
a Última Ceia, quando Jesus instituiu a Santa Ceia, era
a de seus pais e que o Jardim de Getsêmani pertencia a sua família. E que,
também, foi naquela casa que os apóstolos receberam a visita do Espírito Santo,
após a ressurreição.
(4º) O quarto João. É o João o pai do apóstolo Pedro: (Jo 1: 42). E o levou a Jesus Olhando Jesus
para ele, disse: Tu és Simão, o filho de João; tu serás chamado Cefas (que quer
dizer Pedro).
Jo 21:15.16). v15 Depois de terem comido,
perguntou Jesus a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes
outros? Ele respondeu: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Ele lhe disse:
Apascenta os meus cordeiros. v16 Tornou a
perguntar-lhe pela segunda vez: Simão, filho de João, tu me amas?
(5º) João. É
João, um homem eminente entre os judeus: (At
4:6). Com o sumo sacerdote Anás, Caifás João, Alexandre e todos
os que eram da linhagem do sumo sacerdote.
O EVANGELHO DE JOÃO.
(1º) - O Evangelho de João é diferente dos outros. Neste
Evangelho, Jesus é apresentado como a Palavra de Deus que existiu desde a
eternidade com Deus e que se fez um ser humano, mostrando assim o amor e a
verdade de Deus. O autor diz que o propósito deste Evangelho é fazer com que os
leitores creiam que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e com que, por meio
dessa fé, tenham vida (Jo 20:31).
O quarto livro do Novo Testamento e o quarto Evangelho. O
contraste entre João e os outros três Evangelhos, os Sinópticos, é evidente
mesmo por uma leitura superficial. Foi escrito originalmente em grego, língua
conhecida em todo mundo. O quarto Evangelho não registra qualquer parábola;
menciona somente oito milagres dos quais apenas dois são relatados nos outros
Evangelhos.
O autor: O
apóstolo João, (Jo 21: 24).
A chave: O
Evangelho Segundo João foi escrito para que o leitor creia que Jesus é o
Cristo, o Filho de Deus, e crendo tenha vida em Seu nome, (Jo 20:31), E não
somente que tenha vida, mas que a tenha em abundância, (Jo 10:10).
O Evangelho Segundo João é O Evangelho do Filho de Deus.
(a) - As divisões do Evangelho de João:
1º- O prefácio: Jesus o Cristo é o Verbo eterno feito carne,
1.1-14.
2º- O testemunho de João Batista, 1.15-34.
3º- O ministério público de Cristo, 1.35 a 12.50.
4º- O Seu ministério oculto entre os discípulos, 13.1 a
17.26.
5º- O sacrifício de Cristo, 18.1 a 19.42.
6º- Cristo se manifesta ressuscitado, 20.1-31.
7º- O epílogo do livro: Cristo se manifesta como o Mestre
da vida e do serviço, (Jo 21.1-25).
(2º) - A Primeira Epístola de João: Não tem saudações, ou quaisquer alusões pessoais. Tem
mais a natureza de uma dissertação sobre a crença e deveres dos crentes, do que
a de certa igreja. O livro é uma carta íntima do Pai aos Seus “filhinhos.” É o
livro mais íntimo da Bíblia, talvez, a não ser Lamentações.
O autor: O apóstolo João. A frase teologia característica do Evangelho Segundo João é a
mesma da Primeira Epístola de João.
A chave: Foi
escrita “a fim de saberdes que tendes a vida eterna”, (1 Jo 5:13).
As palavras saber, ou conhecer, ou certo aparecem 25 vezes
nesta Epístola, (1 Jo 2:3, 4, 5, 18, 20, 21, 29; 1 Jo 3:2,5,14, 15,19,24; 1 Jo
4:2,6,13; 1 Jo 5:2,13,15,18,19,20). Outro ponto principal é que manteremos comunhão uns com os
outros se mantermos comunhão com o Pai.
(a) - As divisões da primeira Epístola de João:
1. Prólogo, a encarnação de Cristo, (1 Jo 1.1,2).
2. Os filhinhos e a comunhão, 1.3 a 2.14.
3. Os filhinhos e o mundo, 2.15-28.
4. Como os filhinhos podem conhecer um ao outro, 2.29 a
3.10.
5. Como os filhinhos devem viver juntos, 3.11- 24.
6. Como os filhinhos podem reconhecer os mestres falsos,
4.1-6.
7. Os filhinhos assegurados e avisados, 4.7 a 5.21.
(3º) – A Segunda Epístola de João: É dirigida a uma senhora cristã e aos seus filhos,
talvez, à senhora Eleita. Alguns comentaristas da antiguidade acham que quer
dizer a certa igreja, ou a Igreja em geral, e aos seus membros. É modelo do
amor e esforços que os pastores devem prestar aos seus filhos na fé. O
autor; João o apóstolo. Dos treze versículos desta Epístola, oito se acham,
substancialmente, na primeira. A chave: Quanto à atitude para com os falsos
ensinadores, não se deve dar-lhes hospedagem, (vs. 10 e 11).
(a) - As divisões da Segunda Epístola de João:
1. O caminho da verdade e do amor, vs. 1 a 6.
2. Os falsos ensinadores e como tratá-los, vs. 7 a 11.
3. Saudações, vs. 12 e 13.
(4º) – A Terceira Epístola de João: Um belíssimo exemplo da correspondência íntima do
venerado presbítero. As epístolas de João, as de Pedro e as de Tiago denominam-se
epístolas gerais, por não serem dirigidas a igrejas particulares. A terceira
Epístolas de João não são propriamente Gerais por serem dirigidas a pessoas
particulares.
O autor: O apóstolo João.
A chave: A verdade, vs. 1,3,4,8,12.
(a) As divisões da terceira Epístola de João:
1. Saudações, vs. 1 a 4.
2. O bom exemplo de Gaio, vs. 5 a 8.
3. Diótrefes, o ambicioso; Demétrio, fiel cristão, vs 9 a
15.
(5º) – O Apocalipse de João: Apocalipse quer
dizer “Revelação”, e por esta razão que este livro é também chamado
de (Revelação de Deus a João) (Ap 1.1). Foi escrito durante um tempo em que as autoridades romanas
estavam perseguindo os cristãos porque eles não prestavam culto ao Imperador
romano, que chamava a si mesmo de “Senhor” e “Deus”. O livro foi escrito
por João em 96 d.C, quando estava preso na ilha de Patmos, por ter anunciado a
boa notícia do evangelho (Ap 1:9). Ele escreve o livro para as sete igrejas da
província romana que estava na Ásia (Ap 1:4,11), que ficava em uma região que
hoje faz parte da Turquia. Ele anima os seus leitores a continuarem fiéis a
Jesus Cristo em tempos de perseguições e sofrimentos. Depois das cartas às sete
igrejas (caps. 2—3), João descreve uma série de visões. Elas mostram que as
forças do mal não vencerão, e que a vitória pertence a Deus e a Jesus
Cristo, como também para aqueles que continuarem fiéis na sua fé
receberão o prêmio da vida eterna. João usa figuras estranhas, símbolos e
números que os seus leitores entendiam, mas que não seriam entendidos pelas
autoridades romanas. Os leitores de hoje têm dificuldade de compreender
completamente as visões de João, mas a lição principal do livro é simples e
clara: “O poder para governar o mundo pertence a Deus, que é o Senhor nosso, e
ao Messias que ele escolheu. Deus reinará para todo o sempre!” (Ap 11.15).