segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

ISRAEL DESDE OS TEMPOS BÍBLICOS


Estudos sobre a terra de Canaã - a terra da promessa estudo da Apostila de Geografia Bíblica de nosso curso de teologia.
I – Para entendendo melhor: Vamos voltar ao ano 70 d.C, quando o General Tito destruído Jerusalém e o templo e a Cidade de Jerusalém foi arrasada, e os povos de todas as áreas da Judéia, reduzidos a escravos, a fugitivos ou cadáveres, Israel deixou de ter qualquer importância políticas neste tempo. Só depois do ano 323. d.C, quando a princípio o Imperador Constantino abraçou o Cristianismo com fim político e com isso cessaram as perseguições aos judeus cristãos, e Israel passou a ter importância.
    Porém, antes por tratar-se do berço do cristianismo, e também por ser a terra dos judeus. Mas com a decadência do império Romano (476 d.C). Israel foi relegada a um longo esquecimento até quase o fim da primeira Guerra Mundial, quando em 1917, em 11 de dezembro, o exército inglês, comandado pelo general Allemby, tomou Jerusalém do poder dos turcos e a Terra Santa ficou sobre a proteção inglesa. Os judeus tiveram mais facilidade para voltar à sua terra, assim os Judeus voltaram para sua terra só que quando chegou sua terra já estava invadida pelos Palestinos, que em sua maioria são Árabes.
  Desde a queda do império Romano ocidental até os dias atuais de Israel esteve sobre variadas influências política, cujo quadro cronológico segue: De 476 a 634. Israel e província longínqua e insignificante do império Romano Oriental com sede em Constantinopla. De 634 a 750, é governada pelos califas (soberanos muçulmanos) do reino de Damasco, conquistado pelos árabes.
  De 750 a 960: Torna-se parte do Governo Sírio dos domínios árabes. De 960 a 1095 – Israel é dominada pelo Califa Egípcio. De 1095 a 1187 – Período das cruzadas para libertar a Terra Santa das mãos dos muçulmanos. De 1187 - a - 1250 – Israel torna-se parte do império Muçulmano sob a chefia de Saladino. De 1250 a 1517 – Israel foi Governada pelos mamelucos egípcios (forças militares egípcias formadas pelos escravos). De 1517 a 1914 – Israel faz parte do império Otomano, estabelecido pelo sultão Selim I.
   E de 1914 a 1918 – Após a invasão de Israel pelos aliados, a Inglaterra, atendendo as aspirações do movimento sionista em todo o mundo, a Sociedade dos Amigos de Sião, organização judaica que desde 1869 começou a promover a colonização dos Judeus em Israel.
   Emite uma declaração oficial em 2 de novembro de 1917, pelo secretario do exterior Lord Balfour, apoiando “a criação, do estado de Israel, e de um lar para o povo judeu que com o máximo de esforço para a conquista desse objetivo”, declaração esta que passou a ser conhecida como a Declaração de Balfour. Que em 1918 incrementou-se consideravelmente a imigração dos judeus para  Israel.
   De 1918, a 1948 – Por delegação da Liga das Nações, a Inglaterra assume, em 1922, o Mandato de Israel, cujo conteúdo responsabiliza o mandatário por colocar os Pais em condições políticas, administrativa e econômicas que garantam a instalação do lar nacional dos judeus e o desenvolvimento de instituições autônomas. No mesmo mandato foram delimitadas as fronteiras do país, excluindo a transjordania de Israel. O mandato terminou em 15 de maio de 1948 com a retirada da administração britânica que o cumpriu procurando restaurar o país com a colaboração da Agencia Judaica, que foi a própria organização sionista.
  Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia das Nações Unidas, sobre a presidência do eminente brasileiro Oswaldo Aranha, votou a resolução que recomendava o estabelecimento de um Estado para os Judeus e de um Estado Árabe. Os árabes palestinianos, não conformados com a partilha, logo deram início a uma série de hostilidades contra a população judaica que resistiu heroicamente, liquidando, em poucos meses, a provocação.
 E em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel com a estrutura de uma republica democrático, o primeiro governo autônomo Judaico em mais de 2000 anos.
  No dia seguinte, exatamente quando terminara o Mandato inglês de Israel, um grupo de nações das Ligas Árabes – Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito e Arábia Saudita – invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava deflagrada a Guerra de independência dos israelenses, que só terminou em 1.949. Com a assinatura de armistícios, em separado, com Egito, Jordânia, Líbano e Síria. Isto depois que Israel tinha vencido todas as forças atacantes por três frentes, resultando em uma ampliação na área do Estado de Israel além das fronteiras propostas pelas Nações Unidas na chamada resolução da Partilha.
    De 1949 a 1967 – Já em 1955 voltaram a registrar invasões de bandos armados egípcios no território Israelense, saqueando bens e matando centenas de judeus, provocação que resultou na invasão da Península do Sinai por Israel em outubro de 1956, terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração.
 Porem as Nações Unidas constrangeu as forças israelenses e se retirarem as suas fronteiras anteriores, sobre promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada do Golfo de Acaba, que impedia a navegação com o porto de Eilat no extremo sul d Israel, e guarnecer, com força internacional neutra, a fronteira com Egito para fazer cessar as incursões provocadas.
   E em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel com a estrutura de uma republica democrático, o primeiro governo autônomo Judaico em mais de 2000 anos.
  No dia seguinte, exatamente quando terminara o Mandato inglês de Israel, um grupo de nações das Ligas Árabes – Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito e Arábia Saudita – invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava deflagrada a Guerra de independência dos israelenses, que só terminou em 1.949. Com a assinatura de armistícios, em separado, com Egito, Jordânia, Líbano e Síria. Isto depois que Israel tinha vencido todas as forças atacantes por três frentes, resultando em uma ampliação na área do Estado de Israel além das fronteiras propostas pelas Nações Unidas na chamada resolução da Partilha.
De 1949 a 1967 – Já em 1955 voltaram a registrar invasões de bandos armados egípcios no território Israelense, saqueando bens e matando centenas de judeus, provocação que resultou na invasão da Península do Sinai por Israel em outubro de 1956, terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração.
   Porem as Nações Unidas constrangeu as forças israelenses e se retirarem as suas fronteiras anteriores, sobre promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada do Golfo de Acaba, que impedia a navegação com o porto de Eilat no extremo sul d Israel, e guarnecer, com força internacional neutra, a fronteira com Egito para fazer cessar as incursões provocadas.
E em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel com a estrutura de uma republica democrático, o primeiro governo autônomo Judaico em mais de 2000 anos.

"Guerra dos Seis Dias", travada entre 5 e 10 de Junho de 1967. No dia seguinte, exatamente quando terminara o Mandato inglês de Israel, um grupo de nações das Ligas Árabes – Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito e Arábia Saudita – invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava deflagrada a Guerra de independência dos israelenses, que só terminou em 1.949. Com a assinatura de armistícios, em separado, com Egito, Jordânia, Líbano e Síria. Isto depois que Israel tinha vencido todas as forças atacantes por três frentes, resultando em uma ampliação na área do Estado de Israel além das fronteiras propostas pelas Nações Unidas na chamada resolução da Partilha.
De 1949 a 1967 – Já em 1955 voltaram a registrar invasões de bandos armados egípcios no território Israelense, saqueando bens e matando centenas de judeus, provocação que resultou na invasão da Península do Sinai por Israel em outubro de 1956, terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração.
   Porem as Nações Unidas constrangeu as forças israelenses e se retirarem as suas fronteiras anteriores, sobre promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada do Golfo de Acaba, que impedia a navegação com o porto de Eilat no extremo sul de Israel, e guarnecer, com força internacional neutra, a fronteira com Egito para fazer cessar as incursões provocadas.
   Terminou assim com a chamada Guerra do Sinai. De fato as promessas foram cumpridas, mas dez anos depois, a pedido do Egito, (aliado da Síria, provocaram tensão) as forças internacionais foram retiradas da fronteira israelense.
   E em 05 de junho de 1967 Israel foi invadido por quatros Países Árabe simultaneamente – Síria, Jordânia, Egito, Argélia, Sudão e Iraque arrastando consigo mais oito Estados. Israel enfrentou os inimigos em três frentes – Síria, jordaniana e Egíto – destruindo o poder bélico dos mesmos em cerca de 100 horas, ou seis dias e ocupando toda a área ao ocidente do Jordão e quase toda a Península do Sinai.
   E mediante um apelo das nações unidas, no sentido de cessar fogo, a luta terminou com grandes vantagens para Israel que, sozinho, derrotou uma aliança de 12 nações em seis dias. Por proposta da União Soviética a ONU apelou para que as forças israelenses voltassem às posições anteriores ao início do conflito, mas Israel respondeu que só aceitariam quaisquer condições de paz definitiva, direta e separadamente com seus vizinhos.

II - Vejamos sobre os últimos acontecimentos em Israel:
1º- Finalmente, em 1964, o “Movimento para Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com objetivo de promover a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques precipitados contra Israel em 1967.
2º- O resultado frustrado deste ataque inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente da parte deles falava em “liberação da Palestina” e não em “destruição de Israel”.
3º- Grande parte do mundo, governos, mídia, e opinião pública aceitaram sem questionamento, o novo mito árabe de luta para criar a Nação chamada de “Palestina”. Até os dias de hoje as principais organizações terroristas entre os árabes, financiam o terror contra Israel. Seu intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matar o maior número de judeus possível.
4º- Famílias de jovens suicidas, conhecidos como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia mundial finge não saber disso.
5º- Israel já devolveu a maior parte das terras que invadiu durante a guerra de 1967. Logo após o término da guerra, Israel ofereceu a devolução de todo o território ocupado em troca de relações de paz, mas sua oferta foi rejeitada. Como resultado dos acordos firmados em Camp David em 1978, quando o Egito reconheceu o direito da existência de Israel e as relações diplomáticas foram estabelecidas entre os dois países. Israel devolveu o deserto do Sinai, uma região três vezes maior que o Estado de Israel e que representava 91% dos territórios tomados por Israel durante a guerra de 1967.
6º- Um exemplo dos planos dos Palestinos foi em um sermão transmitido pela TV da Autoridade Palestina, em que o xeque Ahmad Halabaya declarou: Os judeus devem ser mortos e todos destruídos como disseram o nosso todo-poderoso Alá: ‘Combata-os: pois Alá irá torturá-los através de suas mãos’. Não tenha piedade dos judeus, não importa onde eles estejam em qualquer país.
7º- A maior parte dos palestinos aprova ação dos homens-bomba suicidas, contra Israel, esta é uma estatística assustadora, mas isto é muito pouco e surpreendente à luz do que já relatamos.
8. Existem 21 países árabes no Oriente Médio e apenas um Estado Judeu: Israel, que também é a única democracia naquela região.
9. Israel é o único país daquela região que permite aos cidadãos de todas as crenças praticarem sua religião livre e publicamente. Vinte por cento dos cidadãos israelenses não são judeus.
10. Enquanto os judeus não podem viver em muitos países árabes, em Israel os árabes têm garantida a cidadania israelense e o direito de votar.
Eles também podem ser eleitos como membros do Knesset (o Parlamento de Israel). Na verdade, muitos árabes já foram democraticamente eleitos e desempenham suas funções parlamentares a anos. Os árabes que vivem em Israel têm mais direitos e mais liberdades que a maioria dos árabes que vivem nas nações árabes.
11. Israel, na verdade, já admitiu que os palestinos tem direitos em uma parte deste território e se dispôs a negociar para alcançar paz. Como já observamos o primeiro ministro israelense ofereceu uma negociação de paz a Arafat em Camp David no ano 2000, mas ele só querem se for toda à terra de Israel.
    No ano 2000, durante as negociações por uma paz consistente e durável, Israel se dispôs a devolver a Yasser Arafat a maior parte dos territórios que ainda mantinha sobre seu controle. Mas a proposta foi rejeitada quando o líder da OLP abandonou Camp David e deu início aos conflitos que perduram até hoje. A facção Fatah da OLP (organização, que foi fundada pelo próprio Arafat) tem como emblema um mapa do território completo de Israel com a imagem de dois fuzis cruzados e uma granada sobreposta. Isso mostra que não são verdadeiras as afirmações de que Arafat desejava apenas a Margem Ocidental e Gaza.
12. A Margem Ocidental inclui alguns dos lugares mais importantes da história judaica. Entre eles estão Hebron, Belém e Jericó. Na parte oriental de Jerusalém, muitas vezes chamada de "cidade árabe" ou "território ocupado", encontra-se o local mais sagrado do judaísmo [o Muro das Lamentações]. Quando estava sobre o domínio dos árabes (entre 1948 e 1967), essa área era fechada para os judeus. Desde que Israel controla, ela passou a ser acessível para todas as religiões.
13. Por último, consideremos a exigência de que certos territórios do mundo muçulmano devem ser proibidos para os judeus. Isto equivale à proclamação de Hitler na Alemanha deveria ser "livre de judeus".  
   Os árabes podem viver em liberdade e exercer sua cidadania sem restrições em qualquer parte de Israel. Por que os judeus devem ser proibidos de viver ou de possuir as suas próprias terras? Em uma região como a Margem Ocidental, apenas porque a maioria dos que vivem ali são árabes? Eu não sou Judeu e particularmente penso que Israel já teve muita paciência com este povo, com os árabes, ou os Palestinos.
14. Algumas propostas de paz que fizeram a Israel – incluindo a que foi feita recentemente pela Arábia Saudita – exigem a retirada de toda a Margem Ocidental, o que deixaria o território israelense com menos de 15,5 km de largura em seu ponto mais vulnerável, isso é inadmissível, não tem cabimento uma proposta como esta. Israel já é muito pequeno tem aproximadamente o tamanho do Estado de Sergipe e está cercado por 21 Nações que se opõem à sua existência.
 
III – Os Palestinos contra Israel. O que acontece La ultimamente é uma guerra de propaganda com o termo, “Palestina”. Durante os últimos séculos, o mundo, inclusive os cristãos, adotou um hábito ruim. Caímos na armadilha antiga da propaganda romana. Por que temos usado o nome “Palestina”, que foi colocado em de Israel pelo imperador romano Adriano. Como esse termo foi usado durante tanto tempo, esse nome se tornou de uso comum. Porém, ele é tão incorreto quanto seria chamarmos a Rússia hoje de “União Soviética”, ou nos referirmos atualmente a Berlim como “Alemanha Oriental”.
   Na Bíblia no Novo Testamento, o termo Palestina não é usado nenhuma vez. Já o termo Israel é usado varias vezes para se referir ao povo como a Terra de Israel. Por exemplo, “... Um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai para a terra de Israel; porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino, ele tomou o menino e sua mãe e regressou para a terra de Israel” (Mt 2:20-21).  “Quando, porém, vos perseguirem em uma cidade, fugi para outra; porque em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem” (Mt 10:23).

IV - O uso do termo “Palestina”: é inadequado em toda a era da Igreja, é mais que inadequado é errado quando, em nossos dias, o termo “Palestina”, é a pedra de esquina da guerra política e de propaganda contra o povo judeu. Será que continuaremos usando esse termo como aqueles que odeiam a Cristo, a Bíblia e querem a destruição de Israel? Acho que não! Os cristãos inadvertidamente usar este termo em parte por falta de conhecimento.
Mas convidamos a todos os cristãos, a voltar a usar os termos do Novo Testamento? Os escritores dos Evangelhos usaram o termo Terra de Israel, para se referirem à Terra Santa, ou terra dos Judeus.
Por que deveríamos continuar usar qualquer outro nome quando nos referimos à Terra Santa, especialmente agora que os judeus estão de volta a sua pátria. À medida que se aproxima da Segunda Vinda de Cristo, devemos entender que a fúria de Satanás contra a Igreja e contra Israel irá crescer. Satanás odeia a Igreja o Evangelho, a crucificação e a ressurreição de Jesus, e a realidade da restauração do Novo Estado de Israel como Nação, que finalmente receberá Jesus em Sua Segunda Vinda. Israel será o quartel-general terreno de Cristo.

V - O Estado de Israel. Capital: Nacional e sede de governo, Tel Aviv (reconhecida internacionalmente).
Divisão: seis distritos. População: 6.352.117. Inclui cerca de 187.000, israelenses na Cisjordânia. 20.000 nas Colinas de Golã. E menos de 177 mil no leste de Jerusalém. Área: 20.770 km quadrados.
Idioma: Oficial o hebraico, árabe, inglês. Moeda: shekel novo. Religião: Judaica (76,4%), muçulmana (16%), cristãos árabes (1,7%), outros cristãos 0,4%. Forma de governo: república parlamentarista. Analfabetismo: 4,6% em 2003. População abaixo da linha da pobreza: 21,6% em 2005. Estatística feita em (2004 e 2006).

Nenhum comentário:

Postar um comentário