I – Para entendendo melhor: Vamos voltar ao ano 70 d.C, quando o General Tito destruído Jerusalém e o templo e a Cidade de Jerusalém foi arrasada, e os povos de todas as áreas da Judéia, reduzidos a escravos, a fugitivos ou cadáveres, Israel deixou de ter qualquer importância políticas neste tempo. Só depois do ano 323. d.C, quando a princípio o Imperador Constantino abraçou o Cristianismo com fim político e com isso cessaram as perseguições aos judeus cristãos, e Israel passou a ter importância.
Porém, antes por
tratar-se do berço do cristianismo, e também por ser a terra dos judeus. Mas
com a decadência do império Romano (476 d.C). Israel foi relegada a um
longo esquecimento até quase o fim da primeira Guerra Mundial, quando em 1917,
em 11 de dezembro, o exército inglês, comandado pelo general Allemby, tomou
Jerusalém do poder dos turcos e a Terra Santa ficou sobre a proteção inglesa.
Os judeus tiveram mais facilidade para voltar à sua terra, assim os Judeus
voltaram para sua terra só que quando chegou sua terra já estava invadida pelos
Palestinos, que em sua maioria são Árabes.
Desde a queda do
império Romano ocidental até os dias atuais de Israel esteve sobre
variadas influências política, cujo quadro cronológico segue: De 476 a
634. Israel e província longínqua e insignificante do império
Romano Oriental com sede em Constantinopla. De 634 a 750, é governada
pelos califas (soberanos muçulmanos) do reino de Damasco, conquistado pelos
árabes.
De 750 a 960:
Torna-se parte do Governo Sírio dos domínios árabes. De 960 a 1095 –
Israel é dominada pelo Califa Egípcio. De 1095 a 1187 – Período
das cruzadas para libertar a Terra Santa das mãos dos muçulmanos. De 1187 - a -
1250 – Israel torna-se parte do império Muçulmano sob a chefia de
Saladino. De 1250 a 1517 – Israel foi Governada pelos mamelucos egípcios
(forças militares egípcias formadas pelos escravos). De 1517 a 1914
– Israel faz parte do império Otomano, estabelecido pelo
sultão Selim I.
E de 1914
a 1918 – Após a invasão de Israel pelos aliados, a Inglaterra,
atendendo as aspirações do movimento sionista em todo o mundo, a Sociedade dos
Amigos de Sião, organização judaica que desde 1869 começou a promover a
colonização dos Judeus em Israel.
Emite uma declaração
oficial em 2 de novembro de 1917, pelo secretario do exterior Lord Balfour,
apoiando “a criação, do estado de Israel, e de um lar para o povo judeu
que com o máximo de esforço para a conquista desse objetivo”, declaração esta
que passou a ser conhecida como a Declaração de Balfour. Que em 1918
incrementou-se consideravelmente a imigração dos judeus para Israel.
De 1918, a 1948 – Por
delegação da Liga das Nações, a Inglaterra assume, em 1922, o Mandato de Israel,
cujo conteúdo responsabiliza o mandatário por colocar os Pais em condições
políticas, administrativa e econômicas que garantam a instalação do lar
nacional dos judeus e o desenvolvimento de instituições autônomas. No mesmo mandato
foram delimitadas as fronteiras do país, excluindo a transjordania de
Israel. O mandato terminou em 15 de maio de 1948 com a retirada da
administração britânica que o cumpriu procurando restaurar o país com a
colaboração da Agencia Judaica, que foi a própria organização sionista.
Em 29 de novembro
de 1947, a Assembleia das Nações Unidas, sobre a presidência do eminente
brasileiro Oswaldo Aranha, votou a resolução que recomendava o estabelecimento
de um Estado para os Judeus e de um Estado Árabe. Os árabes palestinianos, não
conformados com a partilha, logo deram início a uma série de hostilidades
contra a população judaica que resistiu heroicamente, liquidando, em poucos
meses, a provocação.
E em 14 de maio de 1948 foi
proclamado o Estado de Israel com a estrutura de uma republica democrático, o
primeiro governo autônomo Judaico em mais de 2000 anos.
No dia seguinte,
exatamente quando terminara o Mandato inglês de Israel, um grupo de nações das
Ligas Árabes – Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito e Arábia Saudita –
invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava
deflagrada a Guerra de independência dos israelenses, que só terminou em 1.949.
Com a assinatura de armistícios, em separado, com Egito, Jordânia, Líbano e
Síria. Isto depois que Israel tinha vencido todas as forças atacantes
por três frentes, resultando em uma ampliação na área do Estado de Israel além
das fronteiras propostas pelas Nações Unidas na chamada resolução da Partilha.
De 1949 a 1967 – Já em 1955
voltaram a registrar invasões de bandos armados egípcios no território
Israelense, saqueando bens e matando centenas de judeus, provocação que
resultou na invasão da Península do Sinai por Israel em outubro de 1956,
terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração.
Porem as Nações Unidas
constrangeu as forças israelenses e se retirarem as suas fronteiras anteriores,
sobre promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada do Golfo de Acaba, que
impedia a navegação com o porto de Eilat no extremo sul d Israel, e
guarnecer, com força internacional neutra, a fronteira com Egito para fazer
cessar as incursões provocadas.E em 14 de maio de 1948 foi proclamado o Estado de Israel com a estrutura de uma republica democrático, o primeiro governo autônomo Judaico em mais de 2000 anos.
No dia seguinte,
exatamente quando terminara o Mandato inglês de Israel, um grupo de nações das
Ligas Árabes – Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito e Arábia Saudita –
invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava
deflagrada a Guerra de independência dos israelenses, que só terminou em 1.949.
Com a assinatura de armistícios, em separado, com Egito, Jordânia, Líbano e
Síria. Isto depois que Israel tinha vencido todas as forças atacantes
por três frentes, resultando em uma ampliação na área do Estado de Israel além
das fronteiras propostas pelas Nações Unidas na chamada resolução da Partilha.
De 1949 a 1967 – Já em 1955
voltaram a registrar invasões de bandos armados egípcios no território
Israelense, saqueando bens e matando centenas de judeus, provocação que
resultou na invasão da Península do Sinai por Israel em outubro de 1956,
terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração.
Porem as Nações Unidas
constrangeu as forças israelenses e se retirarem as suas fronteiras anteriores,
sobre promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada do Golfo de Acaba, que
impedia a navegação com o porto de Eilat no extremo sul d Israel, e
guarnecer, com força internacional neutra, a fronteira com Egito para fazer
cessar as incursões provocadas.
E em 14 de maio de 1948 foi
proclamado o Estado de Israel com a estrutura de uma republica democrático, o
primeiro governo autônomo Judaico em mais de 2000 anos.
"Guerra dos Seis Dias", travada entre 5 e 10 de Junho de 1967. No dia seguinte,
exatamente quando terminara o Mandato inglês de Israel, um grupo de nações das
Ligas Árabes – Jordânia, Síria, Líbano, Iraque, Egito e Arábia Saudita –
invadiram o território de Israel com o propósito de liquidá-lo. Estava
deflagrada a Guerra de independência dos israelenses, que só terminou em 1.949.
Com a assinatura de armistícios, em separado, com Egito, Jordânia, Líbano e
Síria. Isto depois que Israel tinha vencido todas as forças atacantes
por três frentes, resultando em uma ampliação na área do Estado de Israel além
das fronteiras propostas pelas Nações Unidas na chamada resolução da Partilha.
De 1949 a 1967 – Já em 1955
voltaram a registrar invasões de bandos armados egípcios no território
Israelense, saqueando bens e matando centenas de judeus, provocação que
resultou na invasão da Península do Sinai por Israel em outubro de 1956,
terminando por vencer o inimigo e destruir suas bases de penetração.
Porem as Nações Unidas
constrangeu as forças israelenses e se retirarem as suas fronteiras anteriores,
sobre promessa de levantar o bloqueio egípcio à entrada do Golfo de Acaba, que
impedia a navegação com o porto de Eilat no extremo sul de Israel, e guarnecer,
com força internacional neutra, a fronteira com Egito para fazer cessar as
incursões provocadas.
Terminou assim com a
chamada Guerra do Sinai. De fato as promessas foram cumpridas, mas dez anos
depois, a pedido do Egito, (aliado da Síria, provocaram tensão) as forças
internacionais foram retiradas da fronteira israelense.
E em 05 de junho de 1967
Israel foi invadido por quatros Países Árabe simultaneamente – Síria, Jordânia,
Egito, Argélia, Sudão e Iraque arrastando consigo mais oito Estados. Israel enfrentou os
inimigos em três frentes – Síria, jordaniana e Egíto – destruindo o poder
bélico dos mesmos em cerca de 100 horas, ou seis dias e ocupando toda a área ao
ocidente do Jordão e quase toda a Península do Sinai.
E mediante um apelo das
nações unidas, no sentido de cessar fogo, a luta terminou com grandes vantagens
para Israel que, sozinho, derrotou uma aliança de 12 nações em seis dias. Por
proposta da União Soviética a ONU apelou para que as forças israelenses
voltassem às posições anteriores ao início do conflito, mas Israel respondeu
que só aceitariam quaisquer condições de paz definitiva, direta e separadamente
com seus vizinhos.
II - Vejamos sobre os
últimos acontecimentos em Israel:
1º- Finalmente, em 1964, o “Movimento para
Libertação da Palestina” foi criado por Yasser Arafat com objetivo de promover
a destruição de Israel. Com este propósito, ele ajudou também nos ataques
precipitados contra Israel em 1967.
2º- O resultado frustrado deste ataque
inspirou uma mudança da opinião pública. Como propaganda, era mais prudente da
parte deles falava em “liberação da Palestina” e não em “destruição de Israel”.
3º- Grande parte do mundo, governos, mídia, e
opinião pública aceitaram sem questionamento, o novo mito árabe de luta para
criar a Nação chamada de “Palestina”. Até os dias de hoje as principais
organizações terroristas entre os árabes, financiam o terror contra Israel. Seu
intuito é armar até os dentes grupos como o Fatah, Hizbolá e o Hamas para matar
o maior número de judeus possível.
4º- Famílias de jovens suicidas, conhecidos
como “homens bomba”, recebem gratificações de milhares de dólares de governos e
Sheiks árabes, como recompensa pelo “sacrifício” de seus filhos. Eles
abertamente financiam e incentivam o terrorismo em Israel e no mundo, mas a mídia
mundial finge não saber disso.
5º- Israel já devolveu a maior parte das
terras que invadiu durante a guerra de 1967. Logo após o término da guerra,
Israel ofereceu a devolução de todo o território ocupado em troca de relações de
paz, mas sua oferta foi rejeitada. Como resultado dos acordos firmados em Camp
David em 1978, quando o Egito reconheceu o direito da existência de Israel e as
relações diplomáticas foram estabelecidas entre os dois países. Israel devolveu
o deserto do Sinai, uma região três vezes maior que o Estado de Israel e que
representava 91% dos territórios tomados por Israel durante a guerra de 1967.
6º- Um exemplo dos planos dos Palestinos foi
em um sermão transmitido pela TV da Autoridade Palestina, em que o xeque Ahmad
Halabaya declarou: Os judeus devem ser mortos e todos destruídos como disseram
o nosso todo-poderoso Alá: ‘Combata-os: pois Alá irá torturá-los através de
suas mãos’. Não tenha piedade dos judeus, não importa onde eles estejam em
qualquer país.
7º- A maior parte dos palestinos aprova ação
dos homens-bomba suicidas, contra Israel, esta é uma estatística assustadora,
mas isto é muito pouco e surpreendente à luz do que já relatamos.
8. Existem 21 países árabes no Oriente Médio e apenas um Estado
Judeu: Israel, que também é a única democracia naquela região.
9. Israel é o único país daquela região que permite aos
cidadãos de todas as crenças praticarem sua religião livre e publicamente.
Vinte por cento dos cidadãos israelenses não são judeus.
10. Enquanto os judeus não podem viver em
muitos países árabes, em Israel os árabes têm garantida a cidadania israelense
e o direito de votar.
Eles também podem ser eleitos como membros
do Knesset (o Parlamento de Israel). Na verdade, muitos árabes já foram
democraticamente eleitos e desempenham suas funções parlamentares a anos. Os
árabes que vivem em Israel têm mais direitos e mais liberdades que a maioria
dos árabes que vivem nas nações árabes.
11. Israel, na verdade, já admitiu que os
palestinos tem direitos em uma parte deste território e se dispôs a negociar para
alcançar paz. Como já observamos o primeiro ministro israelense ofereceu uma
negociação de paz a Arafat em Camp David no ano 2000, mas ele só querem se for toda
à terra de Israel.
No
ano 2000, durante as negociações por uma paz consistente e durável, Israel se
dispôs a devolver a Yasser Arafat a
maior parte dos territórios que ainda mantinha sobre seu controle. Mas a
proposta foi rejeitada quando o líder da OLP abandonou Camp David e deu início
aos conflitos que perduram até hoje. A facção Fatah da OLP (organização,
que foi fundada pelo próprio Arafat) tem como emblema um mapa do território
completo de Israel com a imagem de dois fuzis cruzados e uma granada
sobreposta. Isso mostra que não são verdadeiras as afirmações de que Arafat
desejava apenas a Margem Ocidental e Gaza.
12. A Margem Ocidental inclui alguns dos
lugares mais importantes da história judaica. Entre eles estão Hebron, Belém e
Jericó. Na parte oriental de Jerusalém, muitas vezes chamada de "cidade
árabe" ou "território ocupado", encontra-se o local mais sagrado
do judaísmo [o Muro das Lamentações]. Quando estava sobre o domínio dos árabes
(entre 1948 e 1967), essa área era fechada para os judeus. Desde que Israel
controla, ela passou a ser acessível para todas as religiões.
13. Por último, consideremos a exigência de que certos
territórios do mundo muçulmano devem ser proibidos para os judeus. Isto equivale
à proclamação de Hitler na Alemanha deveria ser "livre de judeus".
Os
árabes podem viver em liberdade e exercer sua cidadania sem restrições em
qualquer parte de Israel. Por que os judeus devem ser proibidos de
viver ou de possuir as suas próprias terras? Em uma região como a Margem
Ocidental, apenas porque a maioria dos que vivem ali são árabes? Eu não sou
Judeu e particularmente penso que Israel já teve muita paciência com este povo,
com os árabes, ou os Palestinos.
14. Algumas
propostas de paz que fizeram a Israel – incluindo a que foi feita recentemente
pela Arábia Saudita – exigem a retirada de toda a Margem Ocidental, o que
deixaria o território israelense com menos de 15,5 km de largura em seu ponto
mais vulnerável, isso é inadmissível, não tem cabimento uma proposta como esta.
Israel já é muito pequeno tem aproximadamente o tamanho do Estado de Sergipe e
está cercado por 21 Nações que se opõem à sua existência.
III – Os Palestinos contra Israel. O que
acontece La ultimamente é uma guerra de
propaganda com o termo, “Palestina”. Durante os últimos séculos, o mundo, inclusive os
cristãos, adotou um hábito ruim. Caímos na armadilha antiga da propaganda
romana. Por que temos usado o nome “Palestina”, que foi colocado em de Israel
pelo imperador romano Adriano. Como esse termo foi usado durante tanto tempo,
esse nome se tornou de uso comum. Porém, ele é tão incorreto quanto seria
chamarmos a Rússia hoje de “União Soviética”, ou nos referirmos atualmente a
Berlim como “Alemanha Oriental”.
Na Bíblia no Novo Testamento, o termo
Palestina não é usado nenhuma vez. Já o termo Israel é usado varias vezes para
se referir ao povo como a Terra de Israel. Por exemplo, “...
Um anjo do Senhor apareceu em sonho a José, no Egito, e disse-lhe: Dispõe-te, toma o menino e sua mãe e vai
para a terra
de Israel; porque
já morreram os que atentavam contra a vida do menino, ele tomou o menino e sua
mãe e regressou para a terra de Israel” (Mt 2:20-21).
“Quando, porém, vos perseguirem em uma cidade, fugi para outra; porque
em verdade vos digo que não acabareis de percorrer as cidades de Israel, até que venha o Filho do Homem” (Mt
10:23).
IV - O uso do termo “Palestina”: é inadequado em toda a era da Igreja, é mais que
inadequado é errado quando, em nossos dias, o termo “Palestina”, é a pedra de
esquina da guerra política e de propaganda contra o povo judeu. Será que
continuaremos usando esse termo como aqueles que odeiam a Cristo, a Bíblia e
querem a destruição de Israel? Acho que não! Os cristãos inadvertidamente usar
este termo em parte por falta de conhecimento.
Mas convidamos a todos os
cristãos, a voltar a usar os termos do Novo Testamento? Os escritores dos
Evangelhos usaram o termo Terra de Israel,
para se referirem à Terra Santa, ou terra dos Judeus.
Por que deveríamos continuar usar qualquer
outro nome quando nos referimos à Terra Santa, especialmente agora que os
judeus estão de volta a sua pátria. À medida que
se aproxima da Segunda Vinda de Cristo, devemos entender que a fúria de Satanás
contra a Igreja e contra Israel irá crescer. Satanás odeia a Igreja o
Evangelho, a crucificação e a ressurreição de Jesus, e a realidade da
restauração do Novo Estado de Israel como Nação, que finalmente receberá Jesus
em Sua Segunda Vinda. Israel será o quartel-general terreno de Cristo.
V - O Estado
de Israel. Capital: Nacional e sede de governo, Tel Aviv
(reconhecida internacionalmente).
Divisão: seis distritos. População: 6.352.117.
Inclui cerca de 187.000, israelenses na Cisjordânia. 20.000 nas Colinas de Golã.
E menos de 177 mil no leste de Jerusalém. Área: 20.770 km quadrados.
Idioma: Oficial o hebraico, árabe, inglês. Moeda:
shekel novo. Religião: Judaica (76,4%), muçulmana (16%), cristãos árabes
(1,7%), outros cristãos 0,4%. Forma de governo: república
parlamentarista. Analfabetismo: 4,6% em 2003. População abaixo da
linha da pobreza: 21,6% em 2005. Estatística feita em (2004 e 2006).

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